sexta-feira, 28 de junho de 2024

Parabenizamos e agradecemos Mestre Aderbal Ashogun pelo seu aniversário

Mestre Aderbal de Ashogun, fez aniversário no último dia 27/06. Ele utiliza dos saberes e tecnologias ancestrais das matrizes africanas e das raízes do candomblé a arte plástica e as pesquisas acadêmicas como ferramentas de combate as mudanças climáticas e as descriminações religiosas.

O mais novo de quatro irmãos, o mestre de cultura tradicional premiado pelo IPHAN (Instituto do Património Histórico Artístico Nacional), artista plástico, professor, músico e produtor cultural, carrega e dá continuidade aos ensinamentos de sua mãe, Beatriz Moreira Costa, a Mãe Beata de Yemanjá, escritora, militante e ativista que fundou a Rede Afroambiental em 1992. Naquela época, ela também representou os Povos de Terreiro ao discursar na Eco-92, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, evento realizado no Rio de Janeiro que completou 30 anos em 2022.

“Eu ouvi o discurso do Fidel Castro e aquilo mudou minha vida, em que ele fala que o homem é uma espécie biológica que se encontra em risco e tinha que agir para que acabe a fome e não o homem”, afirma ao apontar o discurso do então presidente cubano que atrelava à colonização de países periféricos como uma das principais causas da pobreza global. Ele afirma que “chamar o candomblé de religião é muito pouco para nós. Minha mãe usou esse sincretismo religioso para sobreviver, mas para mim, chamar de religião é dizer ‘quero ser colonizado’, só que eu não sou isso”, aponta. “A espiritualidade que a gente vive é conhecimento.”

 A presença das ancestralidades africanas e as figuras femininas na sua vida foram grandes influências. “Eu fui criado por uma mãe que lutou pelo direito das mulheres, que ensinava para a gente tudo que era arte, não importava se você era menino ou menina, tinha que fazer tudo”, afirma. “A gente cantava, tocava, dançava, preparava a comida dos santos, e foi essa formação que me deu base como artista plástico, como mestre de cultura tradicional, como intelectual do povo para questionar a academia.”

Ele criou o Programa Oku Abo, que significa Espaço Sagrado na língua iorubá, que promove esses cursos e vivências de práticas e costumes tradicionais de herança africana. Onde ele passou a pesquisar como manter a cultura tradicional e um programa ambiental, com a finalidade de observar como as oferendas impactavam a natureza. A iniciativa foi premiada pelo Iphan em 2014, e propõe formas de realizar as oferendas reduzindo os efeitos no meio ambiente, como, por exemplo, destinar as sobras de alimentos para a compostagem, a fim de produzir adubo orgânico, e utilizar materiais biodegradáveis. “Se a natureza morre, nós também morremos”, aponta em entrevista ao veículo Ponte Jornalismo.

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Parabenizamos e agradecemos nosso amigo Sérgio Vaz pelos seus 60 anos

Em parabenização ao aniversário ao poeta e escritor Sérgio Vaz que aconteceu no dia 26/06, a Rádio Mixtura, traz um breve relato sobre sua trajetória em pról da cultura periférica e a difusão da importância das imersões, consumos e produções literárias de identidades próprias paras as quebradas.

Nascido em Minas Gerais, Sérgio Vaz se mudou com a família para São Paulo aos 5 anos de idade para Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo. 

Em 2001, Vaz fundou a Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa). Ele também foi um dos criadores do Sarau da Cooperifa, (atualmente está em recesso), que em cada edição reuniu cerca de 400 pessoas no bairro do Jardim Guarujá no bar do Zé Batidão, na Zona Sul de São Paulo, para ler e criar poesia.

Na Cooperifa, ele e outros poetas declamam suas poesias. Com mais de 800 edições realizadas, muitos poetas e escritores da cena da literatura independente já lançaram suas obras na Cooperifa, que durante algum tempo, premiou os frequentadores com o troféu Dom Quixote.

O movimento se espalhou pela cidade e influenciou dezenas de outros saraus que começaram a surgir e a ocupar bares e espaços públicos onde trabalhadores de todas as quebradas se encontram para declamar poesia.

Sérgio Vaz é autor de 10 livros: “Subindo a ladeira mora a noite” (1988), escrito com Adrianne Muciolo, “A margem do vento” (1991), “Pensamentos vadios” (1994), “A poesia dos deuses inferiores” (2004), “Colecionador de pedras” (2006), “Cooperifa – Antropofagia Periférica” (2008), “Literatura Pão e Poesia” (2011), “Flores de alvenaria” (2016), “Oração dos Desesperados” (2016) e “Flores da batalha” (2023).
Sérgio Vaz já recebeu os prêmios Unicef (2007), Orilaxé (2010), Trip, Transformadores (2011), Governador de São Paulo, nas categorias Inclusão Cultural e Destaque Cultural (2011), Heróis invisíveis e Hutúz. Em 2009, foi eleito pela revista Época uma das cem pessoas mais influentes do Brasil.

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Roda de Samba Inimigos do batente de todos os tempos comemora 25 anos de existência

 A Roda de Samba @doisdois.sp vai comemorar seu Jubileu de Prata (25 anos), em plena comemoração dos 470 anos da cidade de São Paulo no espaço independente de promoção da cultura popular @inimigosdobatente, dia 25 de janeiro, a partir das 21h30, na Alameda Dino Bueno no711, no centro de São Paulo. Apresentação contará com Kiko Dinucci, Douglas Germano, Bernadete do Peruche, entre outros artistas

A roda de samba inimigos de todos os tempos, é composta por Vitória Santos e Kaká Sorriso na percussão, Geraldo no violão 6 cordas, Ildo Silva no Cavaquinho, Bisdré no Violão, André Barba no pandeiro. O grupo já tocou com Toniquinho Batuqueiro, Osvaldinho da Cuica, Germano Matias, Wilson Moreira, Ney Lopes, Monarco, Wilson das Neves entre outros artistas.
Para mais informações visite @doisdois.sp. e @inimigosdobatente
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Racionais Mc’s lança álbum novo sobre comemoração de seus 30 anos de estrada


Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, são considerados os maiores representantes do Hip Hop nacional com o Racionais Mc´s. Durante os mais de 30 anos de estrada o grupo lança seu 8º disco – Racionais 3 Décadas nas plataformas digitais como Spotify, Deezer e Youtube.

O álbum é um registro de audiovisual e fonográfico referente a Tour Racionais 3 Décadas, a qual excursionou pelos maiores palcos e festivais do país em 2022, e agora apresenta ao público essa performance em “Racionais 3 Décadas”.


Gravado em São Paulo, “Racionais 3 Décadas” são 22 faixas de seus quatro álbuns oficiais lançados, com destaque para “Sobrevivendo no Inferno”, de 1997. Essa não é a primeira vez que o grupo realiza lançamento de um disco ao vivo. O DVD chega 17 anos após “1000 Trutas, 1000 Tretas”, de 2006, histórico show do grupo no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, e conta com o repertório atualizado do grupo.

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Disco "Sobrevivendo no Inferno" dos Racionais Mc´s completa 26 anos de existência

Os Racionais Mc´s formado por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, são considerados os maiores representantes do rap nacional. Durante as mais de 3 décadas, o grupo lançou 7 discos e sucessos que se tornaram hinos de várias gerações.

No dia 20 de dezembro foi o aniversário de 26 anos de lançamento do álbum "Sobrevivendo no Inferno", uma das obras históricas e clássicas do rap brasileiro, o álbum do @racionaiscn, que a partir do ano de 1997, tornando o grupo um ícone do Rap e do Hip Hop nacional. E o disco uma célebre obra para a história do Brasil.
Com letras que evidenciam as realidades vividas nos cotidianos das periferias e nos presídios de São Paulo, o disco vendeu mais de um milhão de cópias, ganhando prêmios e com o clipe que marcou uma geração da música Diário de Um Detento, que faz a narrativa da história do massacre do Carandiru por meio das memórias de um presidiário.
A Obra foi transformada em livro, tornando-se leitura obrigatória do vestibular na Unicamp. A cada ano que passa, entendemos a enorme importância do álbum atemporal que imortalizou os retratos e contextos da realidade periférica brasileira.
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domingo, 26 de novembro de 2023

Alex Monteiro conversa com Cinthya Velasgui - Podcast Eparreh na Rádio Mixtura

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Neste episódio o representante do Coletivo Eparreh, Alexandre Monteiro é Educador ambiental, praticante de bhakti-yoga, arquiteto urbanista, permacultor com formações pelo Permasampa (2017) e Eparreh (2018), agente socioambiental e jardineiro pela Umapaz (2018), articulador das Rede Permaperifa, de permacultores da periferia, e Territorialidades, de educadores da Zona Sul da capital, e do Fórum de Cultura da Zona Sul.

Cynthia é técnica em meio ambiente, pedagoga especialista em educação ambiental, professora, atualmente coordenadora pedagógica no município de Embu Guaçu, colaboradora no coletivo Eparreh.

🔊As transmissões foram realizadas no estúdio da Rádio Mixtura localizado espaço compartilhado da Agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura🔊.

Não deixe acessar e acompanhar a página do @coletivo_eparreh para conhecer todas suas atividades

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quarta-feira, 15 de novembro de 2023

Onika Bibiana conversa com Andy Carvalho - Podcast Travas da Sul na Rádio Mixtura

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A Travas da Sul Rede Sociocultural promove ações por e para a população LGBTrans periférica desde 2019. Realizamos o Sarau Travas da Sul com apresentações artísticas de múltiplas linguagens, oficinas, bate papos e a festa Diz Trava. A partir das ações culturais, a Rede Travas da Sul convida a população LGBTrans a conhecer e refletir sobre práticas de redução de danos e prevenção de IST’s contando com a participação espontânea do público em nossos eventos.

Neste episódio a representante da Travas da Sul, Onika é travesti, preta e bissexual nascida e criada em São Paulo, atualmente moradora do Grajaú extrema periferia sul da capital. Local onde recebeu uma de suas primeiras oportunidades no meio artístico e hoje desenvolve ações sociais e culturais para o território e adjacências. Ela é multi artista e suas ocupações na arte são atriz, dançarina, performer, modelo, e professora de dança. No campo social atua como produtora cultural, articuladora social e professora e palestrante de gênero e sexualidade. Atualmente atua nos coletivos, “Afrontosas” de mulheres negras no pole, coletivo performático “Maravilhosas Corpo de Baile” e Coletiva social e cultural “Travas da Sul”.

Andy Carvalho, é um transmasculino negro nascido na Zona Norte de São Paulo, atualmente resido no bairro Vila Nova Cachoeirinha, e trabalho autonomamente como designer gráfico, ilustrador, diretor de arte e mente criativa para uma cartela variada de clientes e com projetos autorais.

🔊As transmissões foram realizadas no estúdio da Rádio Mixtura localizado espaço compartilhado da Agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura. A série Registros e Memórias foi produzida através do Edital de Apoio a Projetos Culturais de Múltiplas Linguagens - 2º Edição🔊.

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Izabella Safira conversa com Franny Tybyra - Podcast Travas da Sul na Rádio Mixtura

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A Travas da Sul Rede Sociocultural promove ações por e para a população LGBTrans periférica desde 2019. Realizamos o Sarau Travas da Sul com apresentações artísticas de múltiplas linguagens, oficinas, bate papos e a festa Diz Trava. A partir das ações culturais, a Rede Travas da Sul convida a população LGBTrans a conhecer e refletir sobre práticas de redução de danos e prevenção de IST’s contando com a participação espontânea do público em nossos eventos.

Neste episódio a representante da Travas da Sul, Izabella Safira é uma personagem de drag queen criada por Emerson Almeida para realizar performances, como dublagem e bate cabelo. Começou sua carreira artística com a coletiva Travas da Sul para militar sobre as pautas das gays afeminadas e periféricas. Foi a primeira drag a bater cabelo no Centro Cultural Grajaú, Casas e Centros Culturais, Sesc e Alesp e tem como objetivo levar a arte drag para as comunidades da Zona Sul de São Paulo.

Tia Franny, é artista performer drag queen de Franklyn Araújo. Nascido em Parelheiros, iniciou-se no mundo das artes pelo Teatro Vocacional. Em sua performance, Tia Franny transborda de amor pela cultura nordestina com uma pitada de axé, como a filha de Tupã guiada pelo Buda e protegida por Oxum. Ela trabalhou em eventos como Festival Periferia Trans, pela Companhia Humbalada, Sarau Travas da Sul, Buteco Humbalada, Saruê e Festival Lab 2 e festa diztrava.

🔊As transmissões foram realizadas no estúdio da Rádio Mixtura localizado espaço compartilhado da Agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura. A série Registros e Memórias foi produzida através do Edital de Apoio a Projetos Culturais de Múltiplas Linguagens - 2º Edição🔊.

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Karoline Gonçalves conversa com Mc Lalão - Podcast Travas da Sul na Rádio Mixtura

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A Travas da Sul Rede Sociocultural promove ações por e para a população LGBTrans periférica desde 2019. Realizamos o Sarau Travas da Sul com apresentações artísticas de múltiplas linguagens, oficinas, bate papos e a festa Diz Trava. A partir das ações culturais, a Rede Travas da Sul convida a população LGBTrans a conhecer e refletir sobre práticas de redução de danos e prevenção de IST’s contando com a participação espontânea do público em nossos eventos.

Neste episódio a representante da Travas da Sul, Karoline Gonçalves, tem 25 anos, é produtora cultural, roteirista de audiodescrição e jovem monitora no centro cultural Grajaú. Iniciou sua relação com a cultura, em meados de 2016, quando comecou a escrever poesias e frequentar saraus do Grajaú e zona sul. Em 2017 participou do Projeto Vozes da Margem (Coletiva Quebramundo) recitando a poesia “Máquinas”. Em 2020, comecou a integrar a Coletiva Travas da Sul (Coletiva que fomenta a cultura e sobrevivência de pessoas LGBTQIA+), na qual faz parte até os dias atuais.

Mc Lalão, é natural Taboão da Serra, ela escreve sua trajetória dentro do funk consciente há mais de cinco anos, a autora de “Princesa do Gueto” realiza shows pela cidade de São Paulo exaltando o território periférico com criatividade e muita musicalidade. Mestre de Cerimônia do Revoada Funk, coletivo que fomenta o ritmo nas favelas da zona sul a Mc tem trabalhado em seus novos lançamentos e projetos com intuito de movimentar o cenário musical com sua singularidade e autenticidade.

🔊As transmissões foram realizadas no estúdio da Rádio Mixtura localizado espaço compartilhado da Agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura. A série Registros e Memórias foi produzida através do Edital de Apoio a Projetos Culturais de Múltiplas Linguagens - 2º Edição🔊.

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Val Rocha conversa com Clarissa Roberta - Podcast LiteraSampa na Rádio Mixtura

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A Rede LiteraSampa surgiu em 2010 por meio da articulação entre bibliotecas comunitárias dos municípios de São Paulo, Mauá e Guarulhos, que se juntaram com o objetivo de promover a leitura literária.

Neste episódio a representante da Rede LiiterSampa, Valdirene Rocha, é atriz, artista plástica, arte-educadora e diretora da Cia Teatral Artemanha. Produtora, Dubladora e formadora. Atua na área social há mais de 25 anos como educadora social, formadora, gestora de projetos e arte-educadora, desenvolvendo projetos de literatura, mediação de leitura e biblioteca comunitária, arte, cultura, sistematização, produção de eventos e educação no Ibeac (Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário) e na Rede de Leitura LiteraSampa e na Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC).

Clarissa Roberta Alves - Graduada em Bacharelado e Licenciatura em Teatro é atriz, arteeducadora, poeta, escritora aprendiz na arte das palavras e compositora, além de mediadora de leitura. Na cena literária é engajada na luta pelas políticas públicas em prol do direito à literatura, compõe os GTs de Comunicação, Incidência Política e Monitoramento de Dados na Rede de bibliotecas comunitárias LiteraSampa.

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Clarissa Roberta conversa com Val Rocha - Podcast LiteraSampa na Rádio Mixtura

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A Rede LiteraSampa surgiu em 2010 por meio da articulação entre bibliotecas comunitárias dos municípios de São Paulo, Mauá e Guarulhos, que se juntaram com o objetivo de promover a leitura literária.

Neste episódio a representante da Rede LiiterSampa, Clarissa Roberta Alves, é Graduada em Bacharelado e Licenciatura em Teatro é atriz, arte educadora, poeta, escritora aprendiz na arte das palavras e compositora, além de mediadora de leitura. Na cena literária é engajada na luta pelas políticas públicas em prol do direito à literatura, compõe os GTs de Comunicação, Incidência Política e Monitoramento de Dados na Rede de bibliotecas comunitárias LiteraSampa.

Valdirene Rocha, é atriz, artista plástica, arte-educadora e diretora da Cia Teatral Artemanha. Produtora, Dubladora e formadora. Atua na área social há mais de 25 anos como educadora social, formadora, gestora de projetos e arte-educadora, desenvolvendo projetos de literatura, mediação de leitura e biblioteca comunitária, arte, cultura, sistematização, produção de eventos e educação no Ibeac (Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário) e na Rede de Leitura LiteraSampa e na Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC).

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Sara Regina conversa com Nathália Milagre - Podcast LiteraSampa na Rádio Mixtura

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A Rede LiteraSampa surgiu em 2010 por meio da articulação entre bibliotecas comunitárias dos municípios de São Paulo, Mauá e Guarulhos, que se juntaram com o objetivo de promover a leitura literária.

Neste episódio a representante da Rede LiiterSampa, Sara Regina é Jovem Educomunicadora e Fotógrafa. Moradora da região de Parelheiros, extremo Sul de São Paulo. Faz parte como educadora social no IBEAC (Instituto Brasileiro de estudos e apoio comunitário) levando informações sobre direitos humanos e o acesso a literatura. É integrante da Agência de Comunicação Vozes daqui de Parelheiros, com foco na difusão da comunicação como direito humano na comunidade, mediadora de leitura pela biblioteca Comunitária Casa das histórias e também entrega o coletivo Encrespadinhos, levando a literatura Afro Afetiva para crianças menores nos espaços educativos.

Nathalia Milagre Elias Mota, tem 26 anos, desde 2018 atua como mediadora de Leitura na Biblioteca Mundo dos Livros que integra a Rede LiteraSampa. É dançaria, maquiadora e arteeducadora. Cursando Biomedicina. Integra o grupo de jovens do LDH (Literatura e Direitos Humanos), com o projeto “Literatura e Direitos Humanos: para ler, ver e contar” que desenvolve um trabalho de incentivo à leitura para jovens periféricos.

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terça-feira, 14 de novembro de 2023

Podcast Maracatu Ouro do Congo com Jota na Rádio Mixtura

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O Maracatu Ouro do Congo, grupo que faz o maracatu de baque virado, surgiu em 2010 na zona sul da cidade de São Paulo. Jota Vianna, que gravou 3 episódios - podcasts, é um dos fundadores do grupo, e integrante da Nação do Maracatu Encanto do Pina. O grupo é sedeado no Espaço Cultural CiTA, no Campo Limpo e tem circulado em diversos espaços, como a rede SESC, o Festival Percurso, Feira Preta entre outros. O Maracatu de Baque Virado, típica manifestação cultural do estado de Pernambuco, remonta às coroações dos Reis do Congo, ligados às Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Pouco a pouco, a manifestação cultural foi sendo disseminada, ganhou espaço e muitos grupos se formaram pelo país todo e fora dele, sendo hoje reconhecido como patrimônio cultural. No primeiro capítulo de três edições, o convidado é Jota Vianna, integrante do grupo. Ele dá um panorama do período pós-pandemia de COVID-19 e explica com detalhes as origens do Maracatu com muita história e memória.

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Podcast Maracatu Ouro do Congo com Jota na Rádio Mixtura

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O Maracatu Ouro do Congo, grupo que faz o maracatu de baque virado, surgiu em 2010 na zona sul da cidade de São Paulo. Jota Vianna, que gravou 3 episódios - podcasts, é um dos fundadores do grupo, e integrante da Nação do Maracatu Encanto do Pina. O grupo é sedeado no Espaço Cultural CiTA, no Campo Limpo e tem circulado em diversos espaços, como a rede SESC, o Festival Percurso, Feira Preta entre outros. O Maracatu de Baque Virado, típica manifestação cultural do estado de Pernambuco, remonta às coroações dos Reis do Congo, ligados às Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Pouco a pouco, a manifestação cultural foi sendo disseminada, ganhou espaço e muitos grupos se formaram pelo país todo e fora dele, sendo hoje reconhecido como patrimônio cultural. No primeiro capítulo de três edições, o convidado é Jota Vianna, integrante do grupo. Ele dá um panorama do período pós-pandemia de COVID-19 e explica com detalhes as origens do Maracatu com muita história e memória.

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