domingo, 9 de fevereiro de 2025

Hoje, Bob Marley completaria 79 anos de resistência contra as injustiças sociais através dequa espiritualidade e fé unidas com sua música

 Toda a carreira de Bob Marley pode ser descrita como uma carta de amor para o mundo


Hoje, dia 6 de fevereiro, Bob Marley, nascido sobre o nome Robert Nesta Marley, nascido em Nine Mile na Jamaica, estaria completando 79 anos, ele é o mais conhecido artista de reggae de todos os tempos, ele popularizou e disseminou as raízes do gênero musical por todo o mundo. Ele vendeu mais de 75 milhões de discos em 1978, três anos antes de sua morte (o cantor morreu em maio de 1981 aos 36 anos vítima de um câncer), foi condecorado pela ONU com a "Medalha da Paz do Terceiro Mundo".
Seu trabalho falava de temas político-sociais e espirituais. Ele dedicava seu tempo em protestos contra injustiças sociais, Marley é mundialmente celebrado e reconhecido como a voz dos pobres e oprimidos, considerado um símbolo de resistência negra, espiritualidade, defesa dos direitos humanos e luta por justiças sociais. Suas músicas apontavam e denunciavam o racismo, a desigualdade social, o colonialismo europeu e as guerras. Adepto do movimento religioso rastafári, a vida e a obra de Marley, foram profundamente influenciadas pela sua fé. Sua música foi a porta-voz às convicções e temas da fé rastafári, como as interpretações afrocêntricas da Bíblia e o pan-africanismo. A África e suas questões, como a miséria e a colonização europeia, foram também assuntos amplamente abordados em suas músicas.

A coletânea Legend, lançada três anos após sua morte (1984), reúne algumas das músicas menos militantes do artista, é o álbum de reggae mais vendido da história. Marley, foi casado com Rita Marley (de 1966 até a morte), ela era uma das I Threes, trio vocal de apoio que passou a acompanhar a banda de Marley após ele ter saído em carreira solo. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (entre eles, dois adotados), por exemplo dos renomados Ziggy Marley e Stephen Marley. Outros de seus filhos também seguiram carreira musical, como Ky-Mani Marley, Julian Marley e Damian Marley. Em março de 2004, Marley foi eleito pela revista Rolling Stone o 11.º maior artista musical de todos os tempos. #RádioMixtura #MixturaMúsica #Bob Marley #UmAmor #Cultura Negra #CulturaRastafari #Reggae #Filosofia Reggae #agsolanotrindade #HistóriadaMúsicaMundial #Espiritualidade#InjustuçasSociais #ResistênciaNegra

6 de fevereiro é celebrado o Dia do Agente de Defesa Ambiental

O Dia do Agente de Defesa Ambiental, celebrado em 6 de fevereiro, é uma data significativa que reconhece e valoriza o trabalho dos profissionais dedicados à proteção e preservação do meio ambiente. Esses agentes desempenham um papel crucial na conscientização ambiental, fiscalização de atividades que podem prejudicar a natureza e implementação de políticas sustentáveis.

A história desse dia remete à importância da educação ambiental e à necessidade de ações concretas para a conservação dos recursos naturais. Os agentes ambientais são responsáveis por promover práticas sustentáveis, como a reciclagem, o uso consciente da água e a preservação da biodiversidade. Além disso, eles atuam como educadores em suas comunidades, incentivando uma cultura de respeito e cuidado com o meio ambiente.

Celebrar o Dia do Agente de Defesa Ambiental é uma oportunidade para refletir sobre os desafios ambientais que enfrentamos atualmente, como as mudanças climáticas, a poluição e a perda de biodiversidade.

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domingo, 2 de fevereiro de 2025

Dia 2 de fevereiro é comemorado o Dia de Iemanjá

 Ela era cultuada povo Egbá, nação Iorubá da Nigéria, chegando ao Brasil por meio dos negros escravizados no período colonial.

Iemanjá ocupa lugar de destaque no candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras. Em sua origem africana uma divindade dos rios, tornou-se no Brasil orixá das águas doces e salgadas. Ela protege os lares, as gestantes e as crianças, sendo invocada nos partos.

 

Seu culto surgiu entre o povo Egbá, nação Iorubá da Nigéria, e chegou ao Brasil por meio dos negros escravizados no período colonial. Seu nome vem do iorubá Yèyé omo ejá que significa mãe cujos filhos são peixes.


Na década de 1920, pescadores baianos, buscando pesca mais farta, fizeram oferendas a Iemanjá em uma festa, realizada em 2 de fevereiro e adotada pelo candomblé e outras religiões afro. Na umbanda, a celebração é em 8 de dezembro. Para muita gente, o louvor é em 31 de dezembro.

 

Nas festas de Iemanjá, realizadas principalmente no litoral e em localidades portuárias de norte a sul do Brasil, ocorrem procissões aquáticas, oferendas à beira d´água e as pessoas vestidas de branco se curvam em reverência àquela que é considerada mãe dos orixás. No sincretismo religioso brasileiro, Iemanjá é identificada no catolicismo com a Virgem Maria, sendo conhecida como Nossa Senhora dos Navegantes (também celebrada em 2 de fevereiro), Nossa Senhora da Conceição e outras denominações.

 


sábado, 1 de fevereiro de 2025

Dia 2 de Fevereiro é comemorado o Dia Mundial das Zonas Úmidas

 A data foi criada para estimular governos, organizações da sociedade civil e cidadãos em geral a realizarem ações e atividades que chamem a atenção para a importância dessas áreas

Neste 02 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial das Zonas Úmidas, destacando a importância dessas áreas protegidas pela Convenção sobre as Zonas Úmidas de Importância Internacional, que ocorreu nesta mesma data, no ano de 1971, em Ramsar, no Irã. A Convenção de Ramsar, como é conhecida, é um tratado intergovernamental que estabelece ações para conservação e uso sustentável de Áreas Úmidas (AU) e seus recursos naturais, tidos como vitais para a sobrevivência humana.

Nesse sentido, a data visa estimular governos, organizações da sociedade civil e cidadãos em geral a realizarem ações e atividades que chamem a atenção para a importância e a necessidade de proteção desses ecossistemas, bem como para os benefícios que o cumprimento dos objetivos da Convenção pode proporcionar.

As zonas úmidas podem ser definidas como áreas de pântano, charco, turfa ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada. Incluindo, assim, lagos e rios, aquíferos subterrâneos, pântanos, pastagens úmidas, turfeiras, manguezais e outras áreas costeiras, estuários, deltas, arrozais, reservatórios e outros, e a manutenção desses espaços é um desafio global. Por isso, uma das medidas de gestão é a Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, a Lista Ramsar, onde países signatários da Convenção elencam as zonas úmidas de seus territórios. A partir de nove critérios, estas áreas são identificadas, reconhecidas pelo valor para a humanidade e nomeadas como “Sítios Ramsar”, representando o compromisso do governo em garantir sua preservação.

Entre 1993 e 2018, o Brasil incluiu 27 áreas na Lista, tornando-se o país da América Latina com o maior número de zonas úmidas protegidas. Atualmente, o Pantanal brasileiro conta com quatro Sítios Ramsar, sendo três em Mato Grosso: Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal e Estação Ecológica Taiamã. No Pantanal Sul-mato-grossense encontra-se a Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Rio Negro.

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31 de janeiro é comemorado o dia do Engenheiro Ambiental

A data surgiudo Projeto de Lei nº 615 do mesmo ano, reconhecendo a data em homenagem à primeira turma de graduados na área de 1997 na Universidade Federal do Tocantins

Os profissionais da Engenharia ambiental têm como principal o desenvolvimento econômico e social,com proteção ambiental, preservando ecossistemas e conservação dos recursosnaturais. O engenheiro(a) ambiental, que também deve ter grande conhecimentosobre legislação ambiental, trabalha na promoção do desenvolvimentosustentável, com proteção da saúde humana, por meio da redução dos impactoscausados pelas atividades humanas no meio ambiente.


O Engenheiro(a) Ambiental ela atua no desenvolvimento de técnicas de preservação ambiental; como responsável pelo controle e fiscalização no uso dos recursos naturais; na gestão de resíduos sólidos e perigosos, em cidades e empresas; como servidor público nos setoresde meio ambiente ou em órgãos de controle, para encontrar soluções para problemas ambientais atuais e futuros; participa nas etapas de elaboração de projetos, instalação e operação de grandes empreendimentos; atuar nolicenciamento ambiental; elaborar planos de gestão em espaços protegidos;avaliar impactos ambientais de projetos, realizar a gestão do saneamentobásico; atuar nas áreas de pesquisa, ensino e extensão nas universidades ouinstitutos de pesquisa; dar consultoria em diversas áreas relacionadas aomapeamento de recursos naturais, proteção ambiental, da fauna e da flora, dentre outras áreas, como em organizações não governamentais, indústrias multinacionais.


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Dia 31 de Janeiro é comemorado o tombamento da Serra da Barriga, berço da resistência negra, onde nasceu o Quilombo dos Palmares e viveu seu maior líder, Zumbi dos Palmares. União dos Palmares/AL

 O local foi tombado como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1985 e em 2017 pelo Mercosul.

Dia 31 de Janeiro é comemorado o tombamento da Serra da Barriga, berço da resistência negra, onde nasceu o Quilombo dos Palmares e viveu seu maior líder, Zumbi dos Palmares. União dos Palmares. A data celebra a morte de Zumbi dos Palmares, uma das principais lideranças negras da história do país. O nome faz referência ao Quilombo dos Palmares, maior espaço de resistência de escravos durante mais de um século no período colonial (1597-1704).

O local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1985 e no dia 11 de novembro de 2017, foi oficializada a certificação da área como patrimônio cultural do Mercosul.

O quilombo foi formado pelas pessoas escravizadas que conseguiram fugir dos engenhos em busca da libertação das condições exploratórias que viviam. Sua população chegou a ter, segundo historiadores, 30 mil habitantes no ápice de sua organização social e política. As fugas foram tantas que o quilombo acabou sendo organizado em 10 mocambos. O território tinha por volta de 200km² e se estendia desde as margens do Rio São Francisco em Alagoas até Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco.

Houve grandes líderes do Quilombo dos Palmares: Aqualtune, Ganga Zumba e Zumbi dos Palmares. Dandara, mulher de Zumbi, foi uma das lideranças femininas negras que lutou contra o sistema escravocrata do século XVII e auxiliou Zumbi quanto às estratégias e planos de ataque e defesa do quilombo.

A sobrevivência dos quilombolas vinha da pesca, caça e plantação de milho, banana, feijão, mandioca, laranja e cana-de-açúcar. As mulheres faziam artesanato com cerâmica, tecido e palha para vender para às populações vizinhas.

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Dia 31 de Janeiro é comemorado o nascimento de Nzinga rainha de Angola

Ela foi a rainha reinante (Angola) do Reino do Dongo entre 1624 e 1626 e fundadora e rainha do Reino da Matamba

Mwene Nzinga Mbandi ou Ana de Sousa foi a rainha reinante (Angola) do Reino do Dongo entre 1624 e 1626 e fundadora e rainha do Reino da Matamba, reconhecida por Portugal como Ana I e reinando de 1631 até sua morte em 1663.

Nzinga Mbandi foi uma importante estrategista militar e política durante a presença portuguesa nas regiões correspondentes à atual Angola. Travou grandes batalhas e tratados de aliança e paz com os portugueses, na qual envolvia a vassalagem dos reinos nativos africanos e escravidão dos mesmos para a Europa e o Brasil.

Rainha Nzinga reinou por 37 anos e se tornou uma heroína na história de Angola, sendo até hoje lembrada por seus feitos políticos e militares. Uma das principais ruas de Luanda, capital da atual Angola leva seu nome e, na mesma cidade, encontra-se uma estátua no Largo do Kinaxixi, construída a mando do presidente José Eduardo dos Santos em comemoração aos 27 anos de independência do país.

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Lélia Gonzalez, primeira pensadora do feminismo negro no Brasil

 

Ela foi a primeira mulher negra no país a desenvolver estudos da interseccionalidade entre gênero e raça

Professora, autora, intelectual, antropóloga, ativista, tradutora, mulher e negra. Lélia Gonzalez é um dos principais nomes da filosofia e sociologia brasileira sobretudo no recorte dos estudos da interseccionalidade entre gênero e raça. Durante sua vasta carreira, escreveu verdadeiros clássicos do feminismo negro, como “Por um feminismo afro-latino-americano”, “Democracia racial? Nada disso!” e “Racismo e sexismo na cultura brasileira”. Foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU), lecionou nas principais universidades públicas do Rio de Janeiro (RJ), e contribuiu fortemente com o Instituto de Pesquisa das Culturas Negras.

Lélia teve uma importante presença tanto na academia quanto no mundo político, tendo circulado por diversos espaços. Seus trabalhos abordaram perspectivas interseccionais quando o conceito em si ainda não tinha sido criado, atuando contra o sexismo e o racismo na sociedade e cunhando conceitos como o de "amefricanidade" e "pretuguês".

Ela foi pioneira em tudo que se propôs: Além de ajudar a fundar o Movimento Negro Unificado (MNU), o ela participou da criação do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), o Coletivo de Mulheres Negras N'Zinga, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Olodum. Atuou na mobilização de negros e negras rumo ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), na resistência à ditadura, na luta dos negros brasileiros contra o Apartheid na África do Sul, nas formulações e articulações de mulheres negras nas políticas públicas, a partir do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), atuando de 1985 a 1989, e na construção de um pensamento que articulava gênero e raça, sobretudo no contexto latino-americano. Foi candidata a deputada federal pelo PT, não se elegendo, mas ficando como primeira suplente. Nas eleições seguintes, em 1986, candidatou-se a deputada estadual pelo PDT, novamente não se elegendo e ficando como suplente.

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segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Agência Solano Trindade realiza conversa com Yurungai membro de mediação da 35ª Bienal pela série Registros e Memórias

 

A Agência Solano Trindade foi criada em meados de 2012, fruto de uma inquietação dos moradores das periferias da Zona Sul de São Paulo. Desenvolvimento Local, Economia Solidaria e arranjos produtivos locais. A Agência presta uma homenagem em seu título, ao poeta, folclorista, pintor, ator, teatrólogo, cineasta e militante do Movimento Negro, que nos deixou o seguinte legado: "Pesquisar na fonte de origem e devolver ao povo em forma de arte “Solano Trindade.

Neste episódio, o produtor cultural Jaime “Diko” Lopes, realiza conversa com a mediadora representante cultural da 35ª Bienal de São Paulo a poetisa Yurungai. Ela nasceu e foi criada no Jardim São Luiz, ela residiu em Moçambique, país localizado no continente africano, ao qual tem a língua portuguesa como seu idioma oficial. O diálogo aconteceu no mês de agosto de 2023.

 

A 35ª Bienal de arte de São Paulo é a maior exposição de arte do hemisfério sul, ela ocorreu no dia 06 de setembro. Com a temática intitulada coreografias do impossível e trazendo práticas artísticas de diferentes partes do mundo, a 35ª Bienal de São Paulo, deseja construir espaços e tempos de percepção que desafiam a rigidez da linearidade do tempo ocidental. O que vemos nesse horizonte coreográfico são estratégias e políticas do movimento que essas práticas vêm criando para imaginar mundos que confrontam as ideias de liberdade, justiça e igualdade como realizações impossíveis.

 

🔊As transmissões foram realizadas dentro do espaço da agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura🔊.

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Agência Solano Trindade realiza conversa com equipe de mediação da 35ª Bienal pela série Registros e Memórias

 

A Agência Solano Trindade foi criada em meados de 2012, fruto de uma inquietação dos moradores das periferias da Zona Sul de São Paulo. Desenvolvimento Local, Economia Solidaria e arranjos produtivos locais. A Agência presta uma homenagem em seu título, ao poeta, folclorista, pintor, ator, teatrólogo, cineasta e militante do Movimento Negro, que nos deixou o seguinte legado: "Pesquisar na fonte de origem e devolver ao povo em forma de arte “Solano Trindade.

Neste episódio todos os membros(as) da Agência realiza conversa e vivência com a equipe de mediação e representação cultural da 35ª Bienal de São Paulo no mês de julho de 2023.

 

A 35ª Bienal de arte de São Paulo é a maior exposição de arte do hemisfério sul, ela ocorreu no dia 06 de setembro. Com a temática intitulada coreografias do impossível e trazendo práticas artísticas de diferentes partes do mundo, a 35ª Bienal de São Paulo, deseja construir espaços e tempos de percepção que desafiam a rigidez da linearidade do tempo ocidental. O que vemos nesse horizonte coreográfico são estratégias e políticas do movimento que essas práticas vêm criando para imaginar mundos que confrontam as ideias de liberdade, justiça e igualdade como realizações impossíveis.

 

🔊As transmissões foram realizadas dentro do espaço da agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura🔊.

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Agência Solano Trindade realiza conversa com Casa Tainã pela série Registros e Memórias

 

A Casa de Cultura Tainã é uma entidade cultural e social sem fins lucrativos fundada por moradores da Vila Castelo Branco e região em 1989 como nome de Associação de Moradores da Vila Castelo Branco e, mais tarde, através de um concurso, foi escolhido o nome de Casa de Cultura Taina que hoje fica na Vila Padre Manoel da Nóbrega região noroeste do município de Campinas, SP.

Neste episódio o registro deste diálogo cantado comandado por Laila, Mestre TC e o Grupo Tambor de Aço representando a Casa de Cultura Tainã, foi gravado pela Rádio Mixtura dentro da Agência Solano Trindade, que ocorreu no mês de setembro de 2023.

A missão destes é possibilitar o acesso à informação, fortalecendo a prática da cidadania e a formação da identidade cultural, visando contribuir para a formação de indivíduos conscientes e atuantes na comunidade.

 

🔊As transmissões foram realizadas dentro do espaço da agência Solano Trindade, cada um dos 3 episódios possui duração média de 30 minutos a uma hora. Eles serão transmitidos em nosso perfil do Instagram e nos canais de streaming das programações da Rádio Mixtura🔊.

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terça-feira, 9 de julho de 2024

Rádio Mixtura estará presente na mesa de “Emergências: Cinema de urgência”

 Hoje dia 9, Jaime Diko Lopes, idealizador da Rádio Mixtura participará do evento promovido pelo canal de cinema e audiovisual da Mídia Ninja

Nesta terça-feira, dia 9 de julho, às 14h, acontece a mesa de conversa “Emergências: Cinema de urgência”, que contará com a participação de Jaime Diko Lopes (da Rádio Mixtura) Takumã Kiukuro, Carlos Idrobo, Karla Martins e Ricardo Targino. O papo será mediado por Lorenna Montenegro.

O que será debatido na mesa: Os conceitos de cinemas de urgências que são aplicados em filmes que abordam questões urgentes e atuais da nossa sociedade, como no que se diz em respeito a dimensões técnicas e estéticas. Dentro dessa perspectiva, o encontro tem como objetivo abordar o papel do cinema de urgência na provocação de reflexão e na formação de mudanças sociais. Como o cinema de urgência promove inclusão e representação dentro da indústria cinematográfica, tanto no que quesito de representação de diferentes grupos sociais, étnicos e culturais nas telas, como também ao acesso de cineastas diversos aos recursos e oportunidades de produção e janelas de exibição existentes? Como valorizar e caracterizar a dimensão coletiva do cinema.

O Evento será gratuito e está sujeito a lotação do local. Para participar, se inscreva no Portal da Floresta Ativista - link na bio da página @cine.ninja

O diálogo será transmitida ao vivo no YouTube da Cine NINJA (youtube.com/@ninjacine).
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sexta-feira, 28 de junho de 2024

Praça do Campo Limpo ganha espaço de Brincar e Conviver


Neste sábado (dia 29), praça do Campo limpo, localizada no endereço R. Aroldo de Azevedo – 100, na Zona Sul de São Paulo, recebe o novo Espaço de Brincar e Conviver

O espaço foi desenvolvido através das articulações e parcerias da @agsolanotrindade e @organicamenterango, @ere_lab, @coop_ere

O evento é aberto e gratuito e contará com a apresentação @maracatuourodocongo com produção e transmissão realizada pela @radiomixtura.


O evento terá inicio às 10h e seu encerramento será às13h.

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Parabenizamos e agradecemos Mestre Aderbal Ashogun pelo seu aniversário

Mestre Aderbal de Ashogun, fez aniversário no último dia 27/06. Ele utiliza dos saberes e tecnologias ancestrais das matrizes africanas e das raízes do candomblé a arte plástica e as pesquisas acadêmicas como ferramentas de combate as mudanças climáticas e as descriminações religiosas.

O mais novo de quatro irmãos, o mestre de cultura tradicional premiado pelo IPHAN (Instituto do Património Histórico Artístico Nacional), artista plástico, professor, músico e produtor cultural, carrega e dá continuidade aos ensinamentos de sua mãe, Beatriz Moreira Costa, a Mãe Beata de Yemanjá, escritora, militante e ativista que fundou a Rede Afroambiental em 1992. Naquela época, ela também representou os Povos de Terreiro ao discursar na Eco-92, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, evento realizado no Rio de Janeiro que completou 30 anos em 2022.

“Eu ouvi o discurso do Fidel Castro e aquilo mudou minha vida, em que ele fala que o homem é uma espécie biológica que se encontra em risco e tinha que agir para que acabe a fome e não o homem”, afirma ao apontar o discurso do então presidente cubano que atrelava à colonização de países periféricos como uma das principais causas da pobreza global. Ele afirma que “chamar o candomblé de religião é muito pouco para nós. Minha mãe usou esse sincretismo religioso para sobreviver, mas para mim, chamar de religião é dizer ‘quero ser colonizado’, só que eu não sou isso”, aponta. “A espiritualidade que a gente vive é conhecimento.”

 A presença das ancestralidades africanas e as figuras femininas na sua vida foram grandes influências. “Eu fui criado por uma mãe que lutou pelo direito das mulheres, que ensinava para a gente tudo que era arte, não importava se você era menino ou menina, tinha que fazer tudo”, afirma. “A gente cantava, tocava, dançava, preparava a comida dos santos, e foi essa formação que me deu base como artista plástico, como mestre de cultura tradicional, como intelectual do povo para questionar a academia.”

Ele criou o Programa Oku Abo, que significa Espaço Sagrado na língua iorubá, que promove esses cursos e vivências de práticas e costumes tradicionais de herança africana. Onde ele passou a pesquisar como manter a cultura tradicional e um programa ambiental, com a finalidade de observar como as oferendas impactavam a natureza. A iniciativa foi premiada pelo Iphan em 2014, e propõe formas de realizar as oferendas reduzindo os efeitos no meio ambiente, como, por exemplo, destinar as sobras de alimentos para a compostagem, a fim de produzir adubo orgânico, e utilizar materiais biodegradáveis. “Se a natureza morre, nós também morremos”, aponta em entrevista ao veículo Ponte Jornalismo.

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Parabenizamos e agradecemos nosso amigo Sérgio Vaz pelos seus 60 anos

Em parabenização ao aniversário ao poeta e escritor Sérgio Vaz que aconteceu no dia 26/06, a Rádio Mixtura, traz um breve relato sobre sua trajetória em pról da cultura periférica e a difusão da importância das imersões, consumos e produções literárias de identidades próprias paras as quebradas.

Nascido em Minas Gerais, Sérgio Vaz se mudou com a família para São Paulo aos 5 anos de idade para Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo. 

Em 2001, Vaz fundou a Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa). Ele também foi um dos criadores do Sarau da Cooperifa, (atualmente está em recesso), que em cada edição reuniu cerca de 400 pessoas no bairro do Jardim Guarujá no bar do Zé Batidão, na Zona Sul de São Paulo, para ler e criar poesia.

Na Cooperifa, ele e outros poetas declamam suas poesias. Com mais de 800 edições realizadas, muitos poetas e escritores da cena da literatura independente já lançaram suas obras na Cooperifa, que durante algum tempo, premiou os frequentadores com o troféu Dom Quixote.

O movimento se espalhou pela cidade e influenciou dezenas de outros saraus que começaram a surgir e a ocupar bares e espaços públicos onde trabalhadores de todas as quebradas se encontram para declamar poesia.

Sérgio Vaz é autor de 10 livros: “Subindo a ladeira mora a noite” (1988), escrito com Adrianne Muciolo, “A margem do vento” (1991), “Pensamentos vadios” (1994), “A poesia dos deuses inferiores” (2004), “Colecionador de pedras” (2006), “Cooperifa – Antropofagia Periférica” (2008), “Literatura Pão e Poesia” (2011), “Flores de alvenaria” (2016), “Oração dos Desesperados” (2016) e “Flores da batalha” (2023).
Sérgio Vaz já recebeu os prêmios Unicef (2007), Orilaxé (2010), Trip, Transformadores (2011), Governador de São Paulo, nas categorias Inclusão Cultural e Destaque Cultural (2011), Heróis invisíveis e Hutúz. Em 2009, foi eleito pela revista Época uma das cem pessoas mais influentes do Brasil.

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Roda de Samba Inimigos do batente de todos os tempos comemora 25 anos de existência

 A Roda de Samba @doisdois.sp vai comemorar seu Jubileu de Prata (25 anos), em plena comemoração dos 470 anos da cidade de São Paulo no espaço independente de promoção da cultura popular @inimigosdobatente, dia 25 de janeiro, a partir das 21h30, na Alameda Dino Bueno no711, no centro de São Paulo. Apresentação contará com Kiko Dinucci, Douglas Germano, Bernadete do Peruche, entre outros artistas

A roda de samba inimigos de todos os tempos, é composta por Vitória Santos e Kaká Sorriso na percussão, Geraldo no violão 6 cordas, Ildo Silva no Cavaquinho, Bisdré no Violão, André Barba no pandeiro. O grupo já tocou com Toniquinho Batuqueiro, Osvaldinho da Cuica, Germano Matias, Wilson Moreira, Ney Lopes, Monarco, Wilson das Neves entre outros artistas.
Para mais informações visite @doisdois.sp. e @inimigosdobatente
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Racionais Mc’s lança álbum novo sobre comemoração de seus 30 anos de estrada


Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, são considerados os maiores representantes do Hip Hop nacional com o Racionais Mc´s. Durante os mais de 30 anos de estrada o grupo lança seu 8º disco – Racionais 3 Décadas nas plataformas digitais como Spotify, Deezer e Youtube.

O álbum é um registro de audiovisual e fonográfico referente a Tour Racionais 3 Décadas, a qual excursionou pelos maiores palcos e festivais do país em 2022, e agora apresenta ao público essa performance em “Racionais 3 Décadas”.


Gravado em São Paulo, “Racionais 3 Décadas” são 22 faixas de seus quatro álbuns oficiais lançados, com destaque para “Sobrevivendo no Inferno”, de 1997. Essa não é a primeira vez que o grupo realiza lançamento de um disco ao vivo. O DVD chega 17 anos após “1000 Trutas, 1000 Tretas”, de 2006, histórico show do grupo no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, e conta com o repertório atualizado do grupo.

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Disco "Sobrevivendo no Inferno" dos Racionais Mc´s completa 26 anos de existência

Os Racionais Mc´s formado por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, são considerados os maiores representantes do rap nacional. Durante as mais de 3 décadas, o grupo lançou 7 discos e sucessos que se tornaram hinos de várias gerações.

No dia 20 de dezembro foi o aniversário de 26 anos de lançamento do álbum "Sobrevivendo no Inferno", uma das obras históricas e clássicas do rap brasileiro, o álbum do @racionaiscn, que a partir do ano de 1997, tornando o grupo um ícone do Rap e do Hip Hop nacional. E o disco uma célebre obra para a história do Brasil.
Com letras que evidenciam as realidades vividas nos cotidianos das periferias e nos presídios de São Paulo, o disco vendeu mais de um milhão de cópias, ganhando prêmios e com o clipe que marcou uma geração da música Diário de Um Detento, que faz a narrativa da história do massacre do Carandiru por meio das memórias de um presidiário.
A Obra foi transformada em livro, tornando-se leitura obrigatória do vestibular na Unicamp. A cada ano que passa, entendemos a enorme importância do álbum atemporal que imortalizou os retratos e contextos da realidade periférica brasileira.
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